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Sacerdotisa Valvett

Sacerdotisa Valvett

Saiba a diferença de atrair e criar o que você deseja

Saibam que estas duas ações são bem distintas, ou seja, não são semelhantes. A ‘Lei da Atração’ age sobre nós quando vibramos o que queremos continuamente, porém o que desejamos atrair está do lado de fora de nossas possibilidades proporcionando inúmeras tentativas e na maioria das vezes causando resistências emanadas por nós mesmos em função do egoísmo, da destruição e entre tantos outros vícios da carne.

A ‘Lei de Criar’ é uma realização contrária, busca o que foi criado por nós e está dentro de nosso oculto e ao evoca-la, nos dará oportunidade de atraí-la até nós. Ao criar, não teremos que tirar nada do lugar e de ninguém, não existirá resistência e muito menos interferir no desejo de outrem para que possamos o adequar aos nossos projetos. Não necessitamos atrair o que está fora de nosso alcance ou o que é de outra pessoa. Apenas precisamos criar o que queremos, gerando o manifestar para fora, ou seja, o que criaremos será nosso, será a nossa realidade, passando assim a sermos o proprietário original de nossas criações. Ação esta, nos remete a pensar que somos os únicos responsáveis pelo o que somos – vitórias e fracassos, amores e desamores, ódios e melancolias, riqueza e pobreza entre outras tantas atitudes variáveis... Tudo o que somos, foi em algum momento em nossas vidas criado por nós mesmos. Atrair o que queremos é dar continuidade ao sempre depender de outros para o nosso favorecimento, gerando uma eterna zona de conforto o qual nos faz acreditar que em algum momento algo cairá do céu nos presenteando sem nenhum esforço.

Todos somos a extensão de uma única fonte equilibradíssima de energia, que chamamos de Sagrado, Deus, Deusa e enfim, o que acreditamos, gerando assim em nosso ser a 'consciência divina'. Nela não existe o dessemelhante, isto é, o que pensamos e queremos, estão completamente alinhados – somos um campo eletromagnético que emitimos todas essas frequências, assim precisamente o que emitimos serão experimentados por nós.

A LEI DE ATRAÇÃO NOS DÁ UMA COLHEITA PERFEITA?
Não, pois não obedece ao equilíbrio da 'balança divina'! Nossos erros se dão ao fato de nossas consciências estarem sempre desequilibradas, fadadas ao que está do lado de fora, deixando assim de sermos e querermos o que realmente merecemos. Em muitas vezes até obtemos uma colheita temporária. Para que? Para que saboreemos o nosso próprio fel e em seguida, tudo o que nos foi dado nos é arrancado para que a 'mente divina' seja vista e evocada em sua perfeição. A maioria de nós tem dificuldade de estar em equilíbrio utilizando vibrações negativas a si próprias, sentindo e acreditando que a realidade aparenta ser diferente do que desejam lhe provendo de resistência aos seus objetivos e passando a materializar projetos em sonhos irrealizáveis, forçando assim a decepção, frustração e desistência.

CRIAR INTERNAMENTE É CRIAR EXTERNAMENTE!
Se não somos arquitetos de nós mesmos, não temos a capacidade de moldar a nada em nossas vidas, muito menos de materializar o que queremos. Desejo não é uma ação inatingível, tudo o que projetamos no equilíbrio temos a capacidade de infinitas possibilidades de realização.

COMO CRIAR OS NOSSOS ANSEIOS DE PROSPERIDADE?
Tudo o que necessitamos fazer é primeiramente buscar o nosso equilíbrio, na intenção de restaurar a perfeição que existe dentro de nós mesmos. Pois assim fomos criados – seres perfeitos! É adentrando em nosso oculto e descortinando os véus turvos recheados dos vícios adquiridos que estaremos nos alinhando ao 'Sagrado' e consequentemente, nos favorecendo o poder de adquirir sementes saudáveis para um plantio perfeito que resultará em uma colheita digna e permanente.

Na minha humilde visão eu os convido a meditarem sobre o que se manifesta dentro de cada um de vós... se o que querem realmente é de vossos merecimentos? Se seus projetos são originais? Eles não estão lincados a derrota de outrem? Ao refletirem, não tentem trazerem para os vossos ocultos o que fazem lá fora, porque vós podeis mentir ao próximo, mas não a si mesmo e muito menos ao 'Sagrado'.

De nada vale utilizarmos todos os métodos de atração: força, exercícios, foco, pensamento positivo, se nossa vibração não estiver na mesma frequência. O 'Sagrado' não é uma base de força e sim de perfeição! A perfeição se dá na concordância plena da razão e emoção – é a emoção que dará ao ser a determinação de seus projetos, logo que se utilizarem o ciclo de positividade se manterão em uma energia espiral elevada gerando um coletivo vibracional em favorecimento as realizações do que almejamos.

MUDE SUAS AÇÕES NEGATIVAS PARA QUE O UNIVERSO CONSPIRE A SEU FAVOR!
Utilizem o vosso tempo para meditarem, criem dentro de si mesmos e despreocupem-se com o externo. A essência de qualquer criação é querer e TER o domínio próprio.

BUSQUEM A PROSPERIDADE FÍSICA E ESPIRITUAL DENTRO DE VÓS!
Deixem de pedir para que seja concedido – façam por onde merecer. O Universo conspirará a favor e providenciará o que desejam!

Bênçãos Plenas .:Valvett:.

O Alfabeto das Bruxas

Os alfabetos místicos usados nas artes mágicas são diferentes dos utilizados na escrita comum, aos quais variam conforme a necessidade.

Heinrich Cornelius

O alfabeto das bruxas também é chamado de alfabeto Tebano ou Theban que por sua vez é conhecido como alfabeto de Honorian ou runas de Honorian. De origem incerta, o nome do alfabeto indicaria a origem em Tebas (Grécia), porém, a primeira vez que ele aparece em um documento impresso foi na obra 'Poligraphia' de 1518 de Johannes Trithemius, que nesta ocasião atribuiu a sua criação à Honorius de Teba (mago muito famoso da Idade Média). Alguns acreditam ser apenas uma personagem mística. Heinrich Cornelius Agrippa Von Nettesheim (1486–1535), simplesmente Agrippa, atribuiu a criação do mesmo alfabeto a Pietro d'Abano (1250–1316) em sua obra muito famosa "Três Livros de Filosofia Oculta". Também é conhecido como Petrus de Apono ou Aponensis. Era um médico famoso, um filósofo, e um astrólogo italiano, mas também um mago, tendo escrito um Grimório chamado “Heptameron”. Foi duas vezes perseguido pela inquisição sendo acusado de possuir pacto com o demônio devido ao seu avançado uso da medicina com técnicas de energia e utilização de especiarias Árabes. Conseguiu sair da primeira tortura, mas não da segunda. O seu corpo foi raptado por um amigo para que não fosse queimado em praça pública, já que após sua excomunhão os inquisidores ainda iriam queimar seu corpo como um alerta à população.

O alfabeto Theban não possui semelhança gráfica com praticamente nenhum outro alfabeto.

Em comparação ao Latim Arcaico, o Theban, possui uma relação “letra à letra”, perdendo algumas dessas correspondências somente com o Latim moderno, onde as letras J, U e W não possuem representação e são escritos com os mesmos caracteres para I, V e W consecutivamente. As correspondências com o Latim Arcaico e a falta de pontuações, sugerem que tal alfabeto foi inspirado no Latim. Não tendo ligação com o alfabeto hebraico, logo que não é escrito de trás para frente. A única pontuação que o Alfabeto Theban possui é um caractere que representa o fim do texto (uma espécie de ponto final). Nenhuma outra pontuação aparece nos textos de Trithemius ou nos de Agrippa e os posteriores a esses.

Nas décadas de 1960-70 o Alfabeto das Bruxas teve o seu auge de popularidade, mas foi gradualmente reposta pelo Germânico e Celta nos meados da década de 1980. Foi muito utilizado quando um dos criadores da Wicca, Gerald Gardner, o reutilizou. Foi devido ao amplo uso dos praticantes de Bruxaria e Wiccanos, que o alfabeto Theban passou a também ser chamado de “Alfabeto das Bruxas”, sendo normalmente utilizado para substituir as letras latinas ao escrever nos Livros das Sombras.

Nos primórdios dos tempos, muitos bruxos utilizaram do alfabeto Tebano para passar recados, deixando mensagens secretas em livros e vidros marcando os encontros para seus Sabbats e Esbats, se mantendo no anonimato. Pois somente quem pertencesse ao coven ou que conhecesse o alfabeto poderia compreender as instruções deixadas.

Atualmente o Alfabeto das Bruxas é utilizado para *transliterar e substituir os alfabetos em uso, para criar amuletos com o objetivo de impedir aos não iniciados lerem o Livro das Sombras, para criar magias, feitiços, runas, pantáculos e infinitas possibilidades na Arte e conexão do magista.

alfabeto

*Transliterar é diferente de traduzir, é simplesmente escrever uma frase na sua língua original utilizando um outro alfabeto. No caso transliterar em um alfabeto mágico lhe confere automaticamente poder mágico já que assim se entra em contato com toda a egrégora de todas as bruxas e magos que o utilizaram.

Bênçãos Plenas

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